CARLOS BOSQUÊ

Carlos Alberto Bosquê Junior nascido no município de Garça-SP, teve sua infância nos dois primeiros anos do fundamental no município de Álvaro de Carvalho-SP, o restante em Rosana no Pontal do Paranapanema-SP, atualmente com Atelier e família residente em  Cáceres no Estado de Mato Grosso, Graduado como Bacharelado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes em São Paulo, Licenciado em Educação Artística, Especialista em Educação para Jovens e Adultos e Mestre em Educação Profissional Escolar pela UNIR.  O artista é também professor de Arte no IFRO, Instituto Federal de Rondônia nos Campus de Guajará Mirim e atualmente em Ji-Paraná. 

Descendente de Italianos, portugueses e catalãos por parte de pai e mãe, daí a origem do sobrenome que marca suas obras, antes segundo seus familiares era Bosquet e abrasileiraram no cartório pelo tataravô devido a pronúncia francesa do “T” nas adaptações das migrações dos imigrantes no país.  Na infância Bosquê foi incentivado pela mãe que sempre gostou de arte e decoração, e pelo pai professor pedagogo que usou métodos de Piaget e atualmente advogado, registrando caprichosamente diversos desenhos em cadernos e incentivando ofilho de apelido Cacá, a realizar cursos de aprimoramento de pinturas, apresentando o artista plástico autodidata Eudes Roberto Oliveira com 11 anos e depois as professoras Edna Piai e Celisa da disciplina de arte no fundamental. 

Ingressou na Faculdade de Belas Artes de São Paulo FEBASP aos 17 anos no ano de 1991, conhecendo diversos circuitos de exposições e vernissage pela capital, grandes nomes ao vivo pedindo autógrafo como a dos artistas como Iberê Camargo, Tomie Otake, Sérgio Romaniollo, Arcangelo Ianelli e outros. O contato da arte metropolitana  fez com que seus estudos de leitura visual criasse uma identidade pessoal nas obras autorais, num estilo surrealista que até hoje em Salões  envia suas artes.

A Carreira de artista acontecia desde adolescente, com destaque a grandes painéis temáticos que eram apresentados nos desfiles do município de Primavera representando sua escola para ganhar as premiações, depois com o término da faculdade em 1994, participando do X Salão de Artes Plásticas de Presidente Prudente, recebendo Menção Honrosa, de lá para cá participou em diversos Salões e Exposições, Mapa Cultural Paulista no Memorial da América Latina e Hilton Hotel em São Paulo, MAPA – Museu de Arte Primitiva José Nazareno Mimessi, 25º Salão Jovem Arte no Mato Grosso, MAMT – Museu de Arte de Mato Grosso com obras que denunciavam a violência contra as mulheres e as crianças, Museu da UNEMAT, e exposições individuais pelos estados do Brasil e obras vendidas para colecionadores de diversos países.

Bosquê tem em sua trajetória trabalhos voltados ao social e ao meio ambiente, coordenando de 1997 até o ano de 2000 projetos que incentivaram os povos ribeirinhos, rurais dos assentamentos e da periferia de Bairros de Rosana-SP em um convênio da CESP Companhia Energética de São Paulo; com servidores públicos presidindo dois mandatos e com Crianças em Estado de Vulnerabilidade Social com o Centro de Referência em Direitos Humanos da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT; trabalhou também em projetos de pesquisa e ensino com comunidades indígenas em Rondônia através das artes. Idealizador da ARTEMAT Associação dos Artistas Plásticos do Mato Grosso, Bosquê trabalha com temas que abordam reflexões de maneira transversal, possibilitando libertar as pessoas das artes miméticas “Narciso acha feio o que não é espelho” Caetano Veloso. 

Bosquê valoriza muito os espaços das pessoas como protagonistas de seu tempo: ‘Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em vôo.’ Rubens Alves. 

Segundo o artista: “Estar na educação com a arte que me identifico, é uma maneira de colaborar com o mundo que vivo e retribuir para a ampliação da cultura, precisamos de mais pessoas com capacidade de desmistificar o que é diferente e estranho, se algo é estranho ou não é agradável, muito se deve pela falta de conhecimento, só conhecendo que deixamos de ter pré-julgamentos, ampliamos criações e valorizamos pessoas, formas, cores e maneiras de existir.

 As obras que estão no mostruário do site, revela um pouco da trajetória eclética que destaca o regionalismo e no final o estilo surrealista, muitas de suas obras estão em sites e leilão de vendas.

Compartilhe esta página

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on whatsapp
WhatsApp

Artes